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Osteólise da Clavícula Distal

A osteólise distal da clavícula é como uma fratura de estresse. O osso submetido a esforços repetitivos entra em fadiga, perdendo seu componente mineral e a capacidade de suportar carga. É uma das causas de dor em atletas.

O que causa a Osteólise da Clavícula Distal?

O termo osteólise (osteo=osso; lise=quebra) está relacionado com à redução da massa óssea, normalmente diretamente relacionada com a reabsorção da mesma pelos osteoclastos.

A principal causa que desencadeia a osteólise da clavícula distal está diretamente relacionada com o excesso de carga carregada e o excesso de movimentos repetitivos que o indivíduo faz com essa articulação. Entretanto, apesar de estar atrelado à prática de atividades físicas, o quadro não se restringe apenas aos atletas, pode acometer também profissionais que atuam com movimentos repetitivos que envolvem o carregamento de peso, por exemplo.

A clavícula, situada lateralmente em conjunto com a escápula, forma a articulação acromioclavicular. Essa articulação é protegida por ligamentos e tem pouca mobilidade. Quando exposta a movimentos intensos, repetitivos e com alta carga, pode desenvolver a condição conhecida como osteólise da clavícula distal.

Essa condição é especialmente observada em praticantes de musculação, arremessadores de peso e trabalhadores que fazem uso recorrente dessa articulação, levantando cargas excessivas por períodos prolongados.

Em síntese, esse quadro pode ser classificado como uma fratura induzida pelo estresse. O osso, ao ser submetido a uma carga tão intensa e repetitiva, perde sua resistência e capacidade de suportar o peso. Nestes casos, ocorre a perda de material mineral do osso, desencadeando um processo de reabsorção óssea, principal característica da osteólise da clavícula distal.

Sintomas da Osteólise da Clavícula Distal

​O principal sintoma manifestado pelo paciente está diretamente associado à dor no ombro afetado, que pode variar em intensidade, mas tende a se agravar principalmente quando a articulação acromioclavicular é palpada durante o exame clínico.

Diagnóstico da Osteólise da Clavícula Distal

O diagnóstico baseia-se na avaliação dos sintomas e em um exame clínico inicial, incluindo testes de movimento do ombro e revisão do histórico médico do paciente. Exames de imagem como ressonância magnética, podem ser solicitados para confirmar o diagnóstico, especialmente para identificar edema nos ossos da articulação acromioclavicular.

Tratamento da Osteólise da Clavícula Distal

O tratamento normalmente inicia com a redução das atividades que causaram a lesão, seguida por medidas como aplicação de gelo, medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia. Exercícios leves são realizados para alongar os músculos afetados e fortalecer o manguito rotador e os músculos paraescapulares.

Quando o tratamento conservador é incapaz de melhorar a sintomatologia do paciente, a cirurgia é indicada, geralmente para a ressecção do segmento distal da clavícula, realizada através de vídeoartroscopia, cirurgia minimamente invasiva.

A reabilitação pós-cirúrgica geralmente é dividida em fases que abrangem um período de várias semanas a meses, dependendo da resposta individual do paciente e da extensão da cirurgia. A progressão através das fases pode variar, mas tipicamente envolve um processo de seis meses a um ano para uma recuperação completa, com visitas regulares ao fisioterapeuta para ajustes no programa de reabilitação conforme necessário.

Dr. Salvador

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